é que já sem jeito no peito estúpido,
a brasa contente saltava pra dentro da gente.
e se queimava por tudo...
por ciúmes, por querer, por viver
não menos por chamar você de amor
não muito e tanto se via prisão.
talvez a ilusão, menos perigosa,
ressalte o melhor de quem ama
na realidade que cria...
a brasa, que já foi madeira, que já foi árvore,
que já abrigou um ninho de pássaros comidos
por pequenos macacos felizes famintos,
fugiu para a terra fria.
a cinza na gota d'água desmanchava,
tal qual a nossa imagem
registrada no glossy paper.
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